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O Dia é Nosso, mas a Mensagem é para Todos: Evento celebra o Dia da Mulher no IFC Araquari

quinta-feira, 14 de março de 2019


Na última sexta-feira (08/03), nos períodos da tarde e da noite, ocorreu o evento do Dia Internacional da Mulher, no Instituto Federal Catarinense Campus Araquari. Com o tema “O dia é nosso, mas a mensagem é para todos!”, o ato — promovido em companhia do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Araquari — reuniu participantes de toda a região norte catarinense.

As atividades tiveram início às 15h30 e se estenderam até a noite. A diversidade da programação contemplou diferentes públicos, englobando ações dinâmicas, como oficinas de luta e dança, mas ainda momentos de reflexão sobre a posição que a mulher ocupa na sociedade, com a palestra da noite Este dia de descontração e conscientização contou com a seguinte programação:

  • 15h30 – Oficina de defesa pessoal, com Cássio Assunção (Federação Sul Americana de Krav Mag);
  • 17h – Workshop Stress a Seu Favor: Você gostaria de lidar melhor com os efeitos do stress no seu dia a dia? O Grupo Visão Futuro Joinville convida você para conhecer mais sobre o funcionamento do stress e como desenvolver habilidades para que ele funcione a nosso favor. Através de conteúdos expositivos e práticas individuais você terá mais conhecimento e experimentará como usar seus próprios recursos para enfrentar os efeitos do stress.
  • 18h – Cafezão da Grasi e Cia;
  • 19h – Palestra: Criando crianças livres em um mundo machista, com a Psicóloga Dibi Pscheidt.
  • Após a palestra, houve oficina de dança com Dorinha e suas meninas.

Os organizadores do evento destacaram a relevância de se prestigiar momentos como esse, que debatem sobre um assunto bastante presente na atualidade. É uma data para se comemorar o avanço da sociedade e resultados positivos de uma luta histórica constante pelos direitos das mulheres, além de ressaltar a igualdade de força e importância entre os gêneros.

Grêmio estudantil VIDA (Voz, Igualdade e Democracia em Ação)

Apesar de o Grêmio estudantil não ter tido participação direta nesse evento, foi realizado, por eles, um mutirão de conscientização com o tema “Vida com Sororidade”. A ação foi a primeira de um projeto em prol do mês da mulher e contou com a mobilização de diversas diretorias de grêmio estudantil, como a Diretora de Saúde e Bem-Estar, e a Diretora de Inclusão Social e Direitos Humanos.

Através de abordagens realizadas por integrantes do Grêmio Estudantil e estudantes voluntários, buscou-se promover a reflexão tanto de meninos quanto de meninas acerca de características relacionadas à mulher. Ainda, os voluntários buscaram conscientizar os estudantes em relação a temas cada vez mais atuais, como sororidade e empoderamento. Mensagens de apoio e incentivo à independência feminina também foram entregues.

Para a Coordenadora de Diretoria do Grêmio, Débora Steffen, que também teve envolvimento na ação, “movimentos como esse também são importantes para a escola, isso, pois esta não está isenta de casos de assédio sexual, e é essencial conscientizar as mulheres sobre a verdadeira raiz do problema: o machismo, não suas roupas”.

Onde tudo começou:

O Dia Internacional da Mulher passou a ser comemorando após um incêndio em uma fábrica têxtil, em Nova York, no dia 25 de março de 1911, devido às más condições de instalações na fábrica. O ocorrido acabou por deixar 130 operárias mortas.

Mesmo que a verdadeira revolução tenha iniciado após a tragédia, diversas mulheres já protestavam contra algumas leis abusivas, como por exemplo às 15 horas diárias de trabalho, o salário medíocre (introduzidos pela Revolução Industrial) e, também, o trabalho infantil realizado nas fábricas — algo comum da época.

Apesar de o incidente ter acontecido em 25 de março, o Dia Internacional da Mulher é comemorado no dia 8 de março, por conta de uma manifestação contra o Czar Nicolau II, na Rússia, em 1917, durante a Primeira Guerra Mundial. Na época, aproximadamente 90 mil mulheres se uniram para protestar contra as péssimas condições de trabalho do País, a fome e a participação da Rússia no conflito. O protesto então ficou conhecido como Pão e Paz, e só se tornou o símbolo do Dia da Mulher quatro anos depois, no ano de 1921.

Texto: CECOM/Araquari – Lais Tedesco e Grêmio Estudantil VIDA
Imagens: Organização do Evento e Grêmio Estudantil VIDA
Fontes: https://novaescola.org.br/conteudo/301/por-que-8-de-marco-e-o-dia-internacional-da-mulher

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